Myanmar – Yangon e Bagan

28 set

Myanmar é um país pouco conhecido da Ásia que teve um regime militar fortíssimo até 2011, ficou fechado para turismo durante esse tempo.

Desde que soube Myanmar tive vontade de ir pra lá, ficou mais fácil por ter acesso e consulado para visto na Tailândia.

Chegamos em Yangon, antiga capital de Myanmar, e ficamos surpresos com o trânsito mesmo com a cidade parecendo que parou no tempo.

Nosso hotel era bem bom mas o quarto era minúsculo, para abrir uma mala um de nós dois precisava entrar no banheiro rs

Chegamos super cansados e aproveitamos apenas o fim da tarde para conhecer um dos templos mais famosos da Ásia, o Shwedagon Pagoda.

Lindo, enorme, cheio de detalhe.

Shwedagon Pagoda - entrada

Shwedagon Pagoda – entrada

Shwedagon Pagoda

Shwedagon Pagoda

arte

arte

ritual no pôr do sol

ritual no pôr do sol

é oro!

é oro!

O povo de lá também é super amigável, fomos super bem tratados. Os hábitos tradicionais são vistos com facilidade, homens usam um tipo de saia até o tornozelo e as mulheres um pó amarelo no rosto chamado de thanaka, elas acreditam que o pó protege do sol e as deixam mais bonitas, como uma maquiagem.

roupas típicas e thanaka

roupas típicas e thanaka

Nossa estadia por Yangon foi bem rápida, pegamos um ônibus para conhecer Bagan. O ônibus era noturno e bem equipado. Foi uma viagem super longa mas foi até que tranquila.

Bagan é impressionante, é incrível e até um pouco inacreditável. São 41 quilômetros quadrados localizada com mais de 3 mil pagodas.

Nossa primeira impressão por lá foi um pouco assustadora, nosso hotel ficava longe de tudo e tinha chuveiro “fresh”. Para nossa sorte, achamos um restaurante com um moço super prestativo que em uma das vezes até saiu para comprar mamão fresco para o Felipe.

Nosso primeiro dia, ainda perdidos, pegamos um táxi para conhecer as pagodas e conhecemos o Golden Palace, único que tivemos que pagar. Ele é novo, tem apresentações e danças típicas e restaurante.

Seguimos a pé mesmo para um dos templos conhecido pela vista do pôr do sol, fizemos amizade com dois molequinhos que ficam lá de guia e eles se encantaram pelo bunito. Bom, o pôr do sol é uma visão indescritível.

Golden Palace

Golden Palace

solzin

solzin

No dia seguinte fomos mais espertos, alugamos duas motos para viver perigosamente!

Boooorn To Be Wiiiild

Boooorn To Be Wiiiild

Aíí sim vimos tudo, andamos entre as pagodas, fizemos nosso caminho, perdi o tampo do dedão, rasguei a saia, andamos muito e foi tãão legal. Até queria comprar uma moto em Suzano, mas acho que não vai dar certo ahaha

Ananda Temple - o mais conhecido de Bagan

Ananda Temple – o mais conhecido de Bagan

Ananda - dentro

Ananda – dentro

detalhes

detalhes

são muitos

são muitos

No terceiro dia por lá ainda deu tempo de vermos uma feirinha cheia de coisas feitas a mão e um museu muito legal que explica as pagodas e os seus significados.

Andando por lá ainda vimos as famosas mulheres girafa, fotos felizes por um dólar!

Claro que aproveitamos, olha como são belezinhas.

xiiis

xiiis

Enfim Myanmar, que prazer te conhecer!

Ainda comprarei minha motinho…

Tailândia – Bangkok, Phuket e Ilhas Phiphi

9 set

Ahhh a Tailândia, sonho de muita gente e primeiro destino certo para o mochilão.

Confia em mim, eu sei o que estou fazendo!

Confia em mim, eu sei o que estou fazendo!

Chegamos em Bangkok já com uma ótima primeira impressão, uma moça no aeroporto nos recepcionou em português e todas as outras pessoas que conhecemos por lá deram show de simpatia e educação, mesmo muitas vezes não falando inglês.

Bangkok foi surpreendente também, a cidade é limpa e bem estruturada, super tranquilo passear por lá.

No primeiro dia já estávamos encantados com tudo, saímos cedo e fizemos coisas pra caramba.

Não fazíamos ideia de onde estávamos até que uma moça, do nada, nos recomendou um templo não muito longe do hotel.

Lindo lugar, bunito ficou até emocionado, passamos um bom tempo vendo todos os detalhes do templo.

Wat Paknam

Wat Paknam

Lições

Lições

Museu do Templo

Museu do Templo

Seguimos, um pouco mais tarde, para o Wat Arun, conhecido como Templo do Amanhecer. Infelizmente ele está em reforma até 2016 e não pudemos subir na torre. O templo fica na margem do rio Chao Phraya e tem uma decoração super detalhada com porcelana colorida e conchas.

Wat Arun

Wat Arun

Torre menor, aproximadamente 60 metros.

Torre menor, aproximadamente 60 metros.

Guardiões de porcelana

Guardiões de porcelana

Atravessamos o rios para conhecer outro templo famoso por lá, o Wat Pho, o templo do buda reclinado.

O budinha tem 43 metros de comprimento, difícil tirar foto, e no templo ainda é possível ver mais de 1000 dele.

Wat Pho

Wat Pho

buda reclinado

buda reclinado

Guardiões enormes

Guardiões enormes

De Bangkok seguimos para Phuket. Ficamos hospedados na Old Phuket, um pouco longe das praias mas com várias opções de restaurantes e lojas.

Phuket é tão grande que nem parece uma ilha, para irmos a praia precisamos pega um “ônibus” que na verdade era um caminhão com uns banquinhos de madeira.

A primeira praia de águas azuis que conhecemos foi a Nai Harn Beach, uma praia pequena, calma e de areia branquinha.

Nai Harn Beach

Nai Harn Beach

Que vidão!

Que vidão!

No dia seguinte, pegamos um ônibus para conhecer a praia mais famosa por lá, Patong Beach. Se você for para Phuket um dia e queira comer em restaurantes internacionais e comprar em marcas conhecidas, vá pra lá. Se você for alguém procurando uma praia linda e calma, fuja!

Nossa ida para lá foi: desce do ônibus, olha o lugar, dá uma reclamada, sobe em um táxi, procura outra praia.

fuéén

fuéén

Aííí sim chegamos em uma praia linda, Kata Beach, cheia de pedras, peixes, caranguejo e um lindo pôr do sol.

Kata Beach

Kata Beach

pôr do sol

pôr do sol

No dia seguinte, fizemos um passeio de barco para conhecer a James Bond Island e fazer um passeio de caiaque. Foi um dia super agradável.

James Bond Island

James Bond Island

Isso o google não mostra rs

Isso o google não mostra rs

tãão legaal!

tãão legaal!

No dia seguinta fomos para Ilhas Phi Phi!♥♥

Primeiro pensamento: “Chegamos ao paraíso, pa-ra-í-so!”

Vista do barco

Vista do barco

pa-ra-í-so

pa-ra-í-so

Phi Phi é lotada de turistas e tem muita coisa para fazer por lá. Além de aproveitarmos as praias, fizemos um passeio de barco para conhecer em volta da ilha.

Durante a tarde toda o barco passa por várias praias e cenários lindos. com destaque em Maya Beach e Monkey Beach. Tem algumas paradas para nadar com os peixes e uma para o pôr do sol.

vontade de nadar pra sempre

vontade de nadar pra sempre

Maya Beach

Maya Beach

filho da mãe come só o recheio

filho da mãe come só o recheio

E, para fechar nossos lindos dias pelo país, procuramos um estúdio de tatuagem por lá e fizemos a tradicional tatuagem de bamboo.

Dói… é, dói.

dóóóóiiii

dóóóóiiii

Tailândia é um país lindo, cheio de gente simpática e pena que é tão longe do Brasil.

clássica

clássica

 

Índia – Varanasi

24 ago

Varanasi  é considerada como uma das cidades mais antigas do mundo e a cidade mais sagrada do hinduísmo. Tínhamos lido muito sobre esse lugar, mas nada, consegue descrever o que é estar lá.

Será difícil achar algum outro lugar que seja tão ou mais incrível que Varanasi. Imagino que não exista outro lugar no mundo que tenha tanta sujeira, pobreza e tanta fé e cultura. É inacreditável!

A cidade é banhada pelo rio Ganges, o mais importante rio da Índia. Apesar de ser considerado um rio sagrado é totalmente poluído, uma mistura de lixos, esgotos, fezes de tudo quanto é animal/pessoa e corpos.

Os indianos sonham em morrer em Varanasi pois acreditam que quem é cremado e jogado no rio está livre de todos os sofrimentos e não precisa reencarnar mais.

Varanasi e rio Ganges

Varanasi e rio Ganges

Imaginem o que o Felipe estava pensando.!

Imaginem o que o Felipe estava pensando.!

Por mais incrível que seja, o rio não é fedido.

Por mais incrível que seja, o rio não é fedido.

Chegamos em Varanasi depois de outra aventura de 13h dentro de um trem, tinha tanta gente dormindo ou comendo no chão da estação que quase nem dava para saber aonde pisar.

Pegamos um auto para irmos até o hotel, na parte velha da cidade e, tirando as ruas principais, o resto são ruelas que só cabem motos, bicicletas e vacas.

Como disse no começo do texto, não tem como ter uma noção até chegar lá. Tudo é muito empoeirado e sujo, nosso hotel era muito bem localizado mas meio assustador (baixo custo dá nisso), as ruas cheias de mosca e uns presentes que as vacas, carneiros e búfalos deixam quando passam por lá.

Chegar em Varanasi deu um “bum” no cérebro, só entendemos a cidade quando chegamos ao Ganges.

Fizemos o passeio de barco no fim da tarde, hora dos rituais de cremação, e vimos mais como funciona a fé por lá.

Centenas de pessoas tomam banho nas águas sujas pois acreditam que serão purificados de todos os pecados. Nas margens do rio,  há vários pontos de cremação. Antes de serem cremados, os corpos são enrolados em tecidos e flores e começam o ritual. O corpo é lavado dentro do rio, um dos parentes tem a cabeça raspada em sinal de luto, esse mesmo parente coloca água do rio na boca do corpo para purificá- lo e por último colocam o corpo na fogueira.

Existem algumas regras: Mulheres não podem assistir a cerimônia, acreditam que quando há o choro a alma não vai para o Nirvana. Bebês, crianças de até 5 anos, mulheres grávidas, sadhus, pessoas que morreram picadas por cobras, vítimas de hanseníase e pessoas sem mãos são consideras já puras e não são cremadas. Quanto isso acontece, amarram uma pedra no corpo delas e as jogam no meio do rio.

Os barcos que passeiam pelo Ganges

Os barcos que passeiam pelo Ganges

Os banhos

Os banhos

Um dos maiores crematórios

Um dos maiores crematórios

os barquinhos

os barquinhos

do outro lado do rio

do outro lado do rio

É comum também, ver pessoas escovando os dentes, lavando roupas, bebendo a água do rio, praticando outros tipos de rituais e, claro, rezando.

pelo menos ele escova!!

pelo menos ele escova!!

Sadhu, não possuem bens materiais para viver apenas da prática espiritual

Sadhu, não possuem bens materiais para viver apenas da prática espiritual

rituais

rituais

e se, fossem do nosso hotel?

e se, fossem do nosso hotel?

Ganga shop - fazemos qualquer negócio

Ganga shop – fazemos qualquer negócio

...

oferenda

oferenda

Para completar as contradições da cidade, lá tem um aeroporto que faz vôos internacionais até. Vai entender né?!

Ir para Varanasi foi tão intenso que até hoje, mesmo eu tendo ido lá, penso “não é possível que isso exista mesmo!”

Varanasi

Varanasi

brincando com restos da fogueira de um dos crematórios

brincando com restos da fogueira de um dos crematórios

é...

é…

...

Conhecer a Índia nunca fez parte dos meus planos, mas foi uma das coisas mais sensacionais que já fiz.

Foi um ano (já!) de muitas coisas boas e, principalmente, de conhecimento de que existem muitas coisas para conhecer, muitas pessoas diferentes para respeitar e muitas culturas que eu espero que nunca acabem.

Termino esse ciclo muito feliz e realizada. Tudo deu tão certo que nem sei nem por onde começar a agradecer.

Três vivas!!!

Namastê ♥♥

 

Índia – Rishikesh

13 ago

Finalmente, senhoras e senhores, chegamos na Índia zeeen!

Sagrado Ganges

Sagrado Ganges

Rishikesh, o sonho da maioria dos praticantes de yoga e meditação, é uma cidade calma e com clima sereno.

Ir para lá estava nos meus planos desde sempre, queria conhecer um dos lados mais famosos do país.

Para chegar em Rishikesh pegamos um trem noturno, com camas. Lógico que o trem atrasou e não chegou na cidade no horário correto.

Dentro dos trens não há sinalizações, para saber qual estação está, às vezes, passa alguém gritando o nome, mas o mais comum é o passageiro tentar saber em que parte do mundo está.

Apesar das coisas ruins e de não ser super confortável, o trem tem suas vantagens. Cada um tem sua caminha com lençol, travesseiro, coberta e tem banheiros em todos os vagões. Lógico que estávamos em uma classe melhor, as mais básicas são.. bem, vocês imaginam como são!

Não há estações de trem em Rishikesh, precisamos descer em Haridwar e pegar um táxi até o destino final. Chegamos lá bem cedo, o sol estava começando a nascer e estava um frio, mas um friiioooo.

Nossa sorte foi pegar um hotel muito gostoso e perto de tudo. E o melhor, com chuveiro quentinho!

Rishikesh

Rishikesh

Ponte Lakshman Jhula

Ponte Lakshman Jhula

Rishikesh é uma cidade ao norte da Índia, bem pertinho dos Himalais. O rio Ganges lá é limpo e, além de atividades religiosas e sagradas, também é muito usado para a prática de esportes radicais.

Lá é considerado um destino espiritual com muitos Ashrans que seguem as doutrinas de gurus e que são um tipo de retiro espiritual. Para completar o clima, a cidade é vegetariana e não vende bebidas alcoólicas.

Foi tão agradável ficar por lá depois de tanto tempo em Delhi, não há pressa, não há buzinas.

Ficamos impressionados com o tanto de turista que tinha na cidade e, principalmente, o tanto de gente com mais idade viajando em grupos ou sozinhos.

Mas, quem manda lá não são as pessoas, mas sim:

Essa varanda é minha!

Essa varanda é minha!

Desvie de mim, humano.

Desvie de mim, humano.

Tivemos alguns probleminhas durante o mochilão, o pior e que nos acompanhou por mais tempo foi o piriri. Mas foi bem equilibrado: um dia eu, outro dia o Felipe…

Estávamos muito animados por participar do Holi- festival das cores, mas era o meu dia do piriri e pior, tive sintomas mais sérios. Bunito foi um ótimo enfermeiro e bem cedo foi buscar algo para tomarmos café, foram quinze minutos na rua em dia de Holi e:

aaaaaahahahahahahhaahahha

aaaaaahahahahahahhaahahha

Aí, esse post está muito ilustrativo! ahahaha

Depois de um tempo me senti melhor e fomos participar um pouco do Holi.

É muito legal!! As pessoas brincam de forma tranquila, não há excessos, todos fazem amizades. Ainda bem que deu certo participar, foi um dia muito gostoso.

Sobrou até para o dente

Sobrou até para o dente

Nem elas escapam

Nem elas escapam

Além de todas as atividades que dá para fazer em Rishikesh, também há centenas de lojinhas de acessórios, tecidos, pinturas. Dá vontade de comprar tudo!

aceita cartão?

aceita cartão?

um de cada, por favor.

um de cada, por favor.

Para completar o passeio por lá, vimos uma cerimônia muito bonita que acontece todos os dias ao entardecer, o Ganga Aarti.

Um ritual com mantras e oferendas que são colocadas no rio para os deuses para o sol poder nascer no dia seguinte.

Preparação para o Ganga Aarti

Preparação para o Ganga Aarti

Preparação em outro ponto da cidade

Preparação em outro ponto da cidade

celebração

celebração

Rishikesh é um lugar incrível, muito rico de cultura e espiritualidade.

Agora sim, estamos zeen!

as caras da Índia

as caras da Índia

o tempo é relativo, né!?

o tempo é relativo, né!?

pulseirinha da proteção. Ele representa Hanuman, deus macaco do hindu.

pulseirinha da proteção. Ele representa Hanuman, deus macaco do hindu.

Gostou do post?

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Índia – Agra

16 jul

No começo de março desse ano tive uma visita muito boa por aqui. Felipe, meu namorado, mais conhecido como bunito – com u mesmo, veio láá de longe para passar um tempo comigo.

Decidimos fazer um mochilão pela Ásia que iniciaria pela Índia. Foram sete países, num total de dezoito lugares. Conhecemos lugares incríveis e foi muito, muito bom mesmo.

Esse texto, então, é o primeiro da nossa viagem juntos ♥

No meu primeiro mês na Índia, fui para Agra conhecer o Taj Mahal e Fatehpur Sikri. Escrevi como foi conhecer por lá aqui.

Foi muito lindo e tudo mais, o Taj é algo até um pouco inacreditável…

Com a vinda do bunito, voltei para Agra para ele ver como é essa maravilha do mundo.

Os primeiros dias de Índia foram um pouco estranhos, choveu muito, o hotel era péssimo, o lugar feio.

Pensei: “Pronto! Não soube organizar direito e tudo será uma bagunça.”

Havia procurado um hotel bem perto da estação de trem para ser mais prático para nós e nem foi. Tinha comprado tickets para irmos de trem por ser bem mais rápido e barato. Nunca chove fora de época aqui, mas quando ele veio choveu muito, e aí, o trem parou. A única opção que nos restou foi achar um motorista.

Algumas horas depois e com muito menos dinheiro, chegamos em Agra. Como disse anteriormente, Agra é uma bagunça, Felipe não sabia o que olhar primeiro!

Segurança em primeiro lugar.

Segurança em primeiro lugar.

Um dia como outro qualquer

Um dia como outro qualquer

Achamos um hotel para deixarmos nossas malas, passamos apenas o dia por lá só para ver o Taj. No fim da tarde pegamos um trem para irmos para outro lugar.

Comemos algo e fomos para a visita…

Coisa linda!

Taj!

Taj!

Portão + Jardim

Portão + Jardim

Bunito turista

Bunito turista

Estava bem cheio e Felipe, durante todo o mochilão, foi o centro das atenções. Todo mundo queria uma fotinho com ele. Namorado famoso né, fazer o que!?

Felipe famoso

Felipe famoso

Felipe fez amigos

Felipe fez amigos

Mas aí, eu também fiz!

Mas aí, eu também fiz!

Não é à toa que o Taj Mahal é um dos lugares mais visitados do oriente, é incrível saber que existe um lugar como ele e que foi feito há tanto tempo – 1648.

branquinho

branquinho

Olha que enorme!

Olha que enorme!

namastê

namastê

ó Taj.. aí aí

ó Taj.. aí aí

essa é pra por no quadrinho

essa é pra por no quadrinho

Um detalhe importantíssimo, era aniversário do bunito, e apesar de ter visto tudo que viu, passamos por bastantes perrengues durante o dia todo. Para continuar a comemoração, pegamos um trem para Rishikesh.

O resto da história, conto no próximo post. Só posso dizer que, se ele não terminou comigo aquele dia, não termina mais! ahahah

Caminhas do trem  - aniversariante super feliz! ahahah

Caminhas do trem – aniversariante super feliz! ahahah

Índia – festinhas

8 jul

Hoje vou falar de festinhas, eba!!

As tradições da Índia são bem diferentes, inclusive os feriados. Em Delhi, mais de 80% da população é Hindu, sendo assim, eles não comemoram o natal como nós costumamos comemorar, dia 25/12 é feriado mas sem grandes festas.

A data mais importante aqui é o Diwali, que é conhecido como festival das luzes e que representa a vitória do bem sobre o mal dentro de cada ser. A comemoração de Diwali parece bastante com o nosso natal, mas são cinco dias de festival, as casas são enfeitadas com luzes, há trocas de presentes durante a noite e todos jantam com suas famílias.

Além da decoração com luzes, eles fazem desenhos coloridos na entrada da casa para receber a deusa da fortuna Lakshmi, pois acreditam que ela escolhe as casas mais coloridas e bonitas para visitar.

No escritório em que trabalho, dois dias antes do inicio do festival, todos usaram roupas típicas indianas, colocaram as luzes e velas e pintaram o chão. Jogos também são comuns pois acreditam que servem para unir as pessoas, aqui teve uma tarde inteira de jogos.

Luzes e desenhos para receber a deusa Lakshmi

Luzes e desenhos para receber a deusa Lakshmi

pessoal preparando os desenhos

pessoal preparando os desenhos

preparação

preparação

roupas típicas

roupas típicas

roupas típicas e minha calça verde

roupas típicas e minha calça verde

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Eu, Sabah com a roupa mais bonita do dia e Diana

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Outra coisa bem legal que vi por aqui, foi um típico casamento indiano, usei até meu sarii!

O casamento era da irmã de um cara que trabalha aqui e ele convidou todo mundo, porque sim! rsrs

Para nós, mesmo não tendo nem ideia de quem era o casamento e nem conhecendo o irmão direito, foi ótimo. Já tinha achado que não iria em nenhum casamento por aqui e fiquei muito animada com a novidade.

Mana, nossa babá, nos arrumou para a festa

A cerimônia dura dias, só fomos no último, o vestido da noiva costuma ser vermelho, representando beleza, fartura e riqueza. O branco e dourado é usado no luto. Ela é pintada de mehndi, a henna, nas mãos até o cotovelo, nos pés e tornozelo. Para celebrar a união, os noivos dão sete voltas em torno do fogo fazendo jurar de amor e fidelidade.

A decoração da festa é super colorida e com muita comida.

Aqui, poucos se casam por amor, por causa das castas se casam por interesse de formar uma família. A noiva, então, casa-se com toda a família do noivo.

Para finalizar a celebração, os noivos trocam colares de flores que representam a união.

decoração e comidas

decoração e comidas

Choveu!! que dó...

Choveu!! que dó…

Vestido vermelho - beleza; Nathni (piecing gigant no nariz) - só noivas usam, significa que são virgens e só o noivo pode tirar; Tika (jóia da testa) - grande assim, só noivas ou mulheres casadas, representa união; Mehndi (henna) - quanto mais escura, mais o noivo amará a noiva; Pulseiras - Quando são vermelhas e em grande quantidade, representam que são casados menos de quatro meses. Ou seja, ela irá usar todas, todos os dias, até o quarto mês.

Vestido vermelho – beleza; Nathni (piecing gigant no nariz) – só noivas usam, significa que são virgens e só o noivo pode tirar; Tika (jóia da testa) – grande assim, só noivas ou mulheres casadas, representa união; Mehndi (henna) – quanto mais escura, mais o noivo amará a noiva; Pulseiras – Quando são vermelhas e em grande quantidade, representam que são casados menos de quatro meses. Ou seja, ela irá usar todas, todos os dias, até o quarto mês.

Troca do colar de flores, todo mundo aplaude e festeja

Troca do colar de flores, todo mundo aplaude e festeja

Noivos - turbante é traje obrigatório do noivo.

Noivos – turbante é traje obrigatório do noivo.

Garçom

Garçom

Integrantes da banda

Integrantes da banda

Lord Ganesha e meu Sarii

Lord Ganesha e meu Sarii

Ps: Pra mim, a noiva estava bem triste

Ps2: existem 957 maneiras de colocar um sarii

Ps3: Espero que tenham gostado das tradições indianas, beijos! ♥

Índia – Nainital

1 jul

Você sabia que na Índia neva? Pois é, também não sabia…

Não cheguei a ver a neve por aqui, mas conheci um lugar que era muito mais frio que Delhi e muito mais organizado do que tudo que imaginei e vi nesse país.

Nainital fica em um vale rodeado de montanhas com um lago no meio, no inverno pode chegar a -3º e no verão uns 27º, sendo que em Delhi chega a fazer 45º!!!

Além do clima ser bem diferente, lá eles possuem regras que deixam a cidade mais bonita e turística. Não podem fazer xixi e nem jogar lixo na rua, atos bem comuns na Índia, e o trânsito é bem mais organizado.

Para chegar lá alugamos um carro por ser mais longe, o motorista ficou conosco durante todos os dias e isso foi muito bom.

Nainital

Nainital

Depois de horas de viagem, conhecemos um vilarejo onde as pessoas precisam atravessar um rio todos os dias para irem ao trabalho e à escola. Não é um rio largo, mas imagina, água até a cintura em -3º!

Rio em época de seca

Rio em época de seca

Na parte da tarde, andamos pela cidade e passeamos de pedalinho pelo rio principal. Foi bem gostoso, a cidade é muito simpática.

Centrinho

Centrinho

Mesquita

Mesquita

uma lady!

uma lady!

No dia seguinte, acordamos cedo para conhecer o Jim Corbett, um paque nacional que, dizem por aí, é habitado por tigres e elefantes.

Foi a maior furada, maior maior…

O único elefante que vimos estava preso e maltratado, ela estava tão estressada que fazia movimentos repetitivos. Dava pra sentir o medo que ela tinha do tratador, muito triste…

Não vá nesse lugar, furada!

tadinha..

tadinha..

o animal mais selvagem que vi por lá

o animal mais selvagem que vi por lá

Não dá pra ter tigres aqui... nãão dá!

Não dá pra ter tigres aqui… nãão dá!

Frustrações à parte, continuamos nosso passeio e visitamos alguns pontos da cidade. Vimos outros lagos próximos e os Himalaias, láá longe mas ainda eram os  Himalaias.

Tá vendo? Ali, bem ali!

Tá vendo? Ali, bem ali!

mais montanhas

mais montanhas

Conhecemos ainda um templo tibetano que fica no meio de uma das montanhas, bem bonito e colorido.

Tibetano

Tibetano

Passear por Nainital foi muito tranquilo, um ótimo passeio para relaxar e, principalmente, uma nova Índia para mim.

Nainital

Nainital

Que simpatia!

Que simpatia!

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